27 de fevereiro de 2010

pensar

tinta3

Virgílio Ferreira não pensa a história ou o nosso tempo, a lógica ou a estética, pensa apenas, entrega-se ao prazer e à dignidade de pensar, pensa o pensamento que pesa o impensável das palavras (...) em Eduardo Prado Coelho - Tudo o que não escrevi - Diário II

8 comentários:

JMV disse...

Gosto mesmo muito desta última série de fotografias.É quase um prazer físico.Fantásticas.

uminuto disse...

e nesta imagem pensamos o impensável. parabéns
um beijo

uminuto disse...

e nesta imagem pensamos o impensável. parabéns
um beijo

ana barata disse...

Belas! :)

Caçador disse...

Eu é que estou farto de pensar em algo para escrever aqui. Já é para aí a quarta vez que cá venho e não consigo pensar em nada, inteligente, para dizer.
Tipo assim um comentário brilhante para pensarem, olha que rapaz tão espirituoso e isso... Mas nada.
E depois penso que não pode ser, não podes deixar de comentar, então, a rapariga merece, a foto é fantástica e toda a série brilhante e um achado de inteligência e sensibilidade.
É por isso que me pus a pensar num comentário não menos brilhante para não ficar mal visto e isso, tipo, vê-se que o gajo não passa de um espécie de caçador manhoso a armar ao pingarelho, tás a ver.
E então estou preso neste dilema, ou não comento, o que é chato e pouco correcto, afinal somos amigos, ou comento uma coisa desenxabida sem graça, tipo: gosto muito das texturas ou algo assim.

Por isso, olha, continuo sem saber o que fazer. Se calhar o melhor é pedir ajuda, o que achas?

Pelo sim pelo não, deixo-te um beijo.

ci disse...

"mergulha-se" numa fotografia e por vezes acontecem coisas assim ... :) as vossas visitas são mais do que apreciadas mesmo que nem sempre encontrem as palavras que gostariam de aqui deixar. obrigado a todos.

Hellag disse...

estou "viciada" no pensamento (deformações da profissão!), um crime aqui se cometeu! não sei qual mas vou descobrir (ehehe). As tuas fotos estão cada vez mais inspiradas, um grande abraço

Remus disse...

Pelo volume das gotas e dos salpicos, eu tenho quase a certeza que o crime foi de cariz passional.
O motivo: O jantar ter ficado queimado.

Era a vez do marido fazer o jantar. Mas em vez disso, ele decidiu meter umas coisas atabalhoadas na panela e ir ver o futebol na televisão.
A mulher chegou a casa, viu o marido sentado no sofá a ver o futebol e o jantar já queimado. Não aguentou e matou o marido.
;-)